Mapas, espirais e rodamoinhos

que acham desta metodologia?

Na próxima segunda-feira, dia 16 de maio, no período da tarde, vou estar presente na aula do professor Davi de Oliveira Pinto, na pós-graduação em artes da Universidade Federal de Ouro Preto; o convite é para falar sobre metodologia de pesquisa no nosso campo de conhecimento.

Batizei minha fala de “mapas, espirais e rodamoinhos”. Rodamoinhos são ventos em espiral, movimentos espirais na água e na areia. Tenho me ocupado com a possibilidade da “abordagem espiral no ensino de arte” desde o ano de 2011. E no momento atual trabalho a partir de uma perspectiva de casamento lúdico, e quiçá lúcido, com algumas propostas da geografia humana hoje – daí os mapas.

Minha busca é por “um tipo de bagunça narrativa”. Quero propor aos ouvintes misturas entre (auto)biografias, a importância essencial do ato de brincar, a vida na docência em artes para crianças, para adultos “leigos”, para universitários da graduação e da pós-graduação. A mistura em rodamoinho deverá gerar a “poética própria”: da minha fala e de sua reverberação nos interlocutores. As poéticas alimentadas e mantidas por diários de bordo revelam o valor etnográfico de pesquisas artísticas no modo narrativo; como nosso campo é aberto e minado (no bom sentido!), as narrativas podem e devem ser criativas, portanto com brechas e lacunas e carregadas de outras lógicas, com pitadas surreais, imaginárias e oníricas. Saravá!

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