Dois novos textos on line

Entre final de julho e início de agosto dois textos meus foram publicados: um em parceria com meu ex-aluno e orientando de TCC Francisco de Assis Aguiar (o Chicó!) e outro em parceria com o amigo e colega de trabalho Ricardo de Carvalho Figueiredo, que organizou o Dossiê “Teatro e Educação Infantil: Entre a formação e a prática”.

O texto com Chicó foi feito durante o último semestre dele na Universidade, mas demorou para ser publicado; então,  revimos nossos papéis: trabalhamos no texto novamente de modo retrospectivo, ele com dizeres de jovem professor de teatro recém-formado (e não mais como “aluno da graduação”!). O texto é um diálogo entre nós, uma entrevista forjada (uma etnoficção? rs), por assim dizer: forjada por tratar-se de um estilo de escrita, dialogia na forma de perguntas e respostas, que procuram se costurar, coser, bordar…. Gosto do título: Ensinar e aprender como estado de procura: diálogos aluno-professor na Licenciatura em Teatro da UFMG. “Estado de procura” é uma expressão criada pelo Chicó, para designar um modo de pesquisar as poéticas próprias.

quem quer morar na ilha da performance?

O texto para o Dossiê sintetiza uma auto-reflexão sobre como me encontrei com a imagética dos mapas, inicialmente sem perceber muito uma conexão ou fluxo de continuidade, mas que anos depois [agora] visualizo com clareza. O título brinca com um comando ao leitor: Mapeie-se! Trabalhar com mapas, como venho dizendo, é um jeito criativo de usar ideias, conceitos, pensamentos e sentimentos transformados em rabiscos, garatujas, esboços: work-in-progress enfim/sem fim. Espero que os leitores do Agachamento possam fruir dessas leituras e também conversar comigo, indicar os artigos para outras pessoas, embebidos no uso criativo e ético de tudo isso como referência para pesquisa e ação. Saravá!

 

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