Categoria: política do cotidiano

Tablet, pra que te quero?

Meu Primeiro Tablet Agora tenho um tablet. Inicialmente o processo de escolha foi entre um smartphone e um ipad, e escolhi o tablet. (Quero ser um bebê parado… rs) Na verdade é minha pretensão provocar o bebê parado! Minha ideia…

Cadê as novas constelações?

Brincar, criar, amar: de volta ao começo As experiências das duas últimas semanas foram intensas, tessitura final do primeiro semestre de 2015 – um ano nada fácil, inclusive, é claro, nas Universidades federais. Tudo que vi, palpitei, participei, decisões que…

O bebê tem sua escatologia

Em agosto deste ano vou falar em um evento curioso, promovido pela FAJE / Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte. É um colóquio cujo tema é o Corpo-encarnação. Que desafio! Minha comunicação se chamará Infância é corpo encarnado: uma perspectiva poético-existencial…

A culpa é… da teoria!?

A culpa é da teoria! De modo brincante, disse isso em meu segundo dia de trabalhos em Brasília. Era “apenas” uma provocação à minha interlocutora, a professora Luciana Hartmann, agora minha parceira, junto com Taís Ferreira, em um projeto que…

Behaviorismo cultural

Igual dizemos “jogar conversa fora”, eu aos domingos costumo “jogar tempo fora” nas noites, chamando o sono… muitas vezes assisto à (tosca) programação da tv aberta: Domingo Espetacular e Repórter em Ação. Foi assim que tomei conhecimento de uma grande…

O Brazil foi ao Brasil

O Brazil nunca foi ao Brasil Sempre gostei da ironia deste verso da canção, especialmente na voz da Elis Regina.  Tenho a impressão que o Brazil foi mais ou menos obrigado a visitar o Brasil nos últimos anos e, agora,…

“To sem nada pra fazer”

Temporalidade das férias   Estamos no mês de julho, classicamente o mês de férias escolares de inverno no nosso hemisfério. Ando por Belo Horizonte, percebo a cidade mais vazia, mais tranquila; ando no Shopping Boulevard e vejo as crianças sendo…