Categoria: política do cotidiano

Ativismo não se ensina, se pratica

Ativismo como modo de ser e estar no mundo Com o desenrolar dos fatos do impeachment da presidenta Dilma em diante, especialmente a partir da ocupação, em Belo Horizonte, da sede da Funarte na rua Januária, e a reverberação disso tudo…

Quando o publicitário se agacha…

Onde querem chegar os publicitários, e como Todo brasileiro que assiste TV aberta saberá do que vou falar: das duas últimas campanhas publicitárias do Banco Itaú. A penúltima é longuíssima e finge que não se importa com tecnologia… nem com…

Um feliz 2016

Um “feliz ano novo” do ponto de vista do Agachamento É nosso ponto de vista que um ano de existências renovadas será um ano que mostre desmontagens. Isso quer dizer maior transparência e diálogo sobre “o que diabos está acontecendo”!?…

De volta às coisas mesmas

Passado o entusiasmo, grande, com o prêmio e as subsequentes ‘cerimônias’, agora é hora de voltar ao cotidiano ordinário… embora a vida no mundo circundante não esteja nada comum: terrorismo na França, lama tóxica em Minas Gerais, processo de impeachment…

Tablet, pra que te quero?

Meu Primeiro Tablet Agora tenho um tablet. Inicialmente o processo de escolha foi entre um smartphone e um ipad, e escolhi o tablet. (Quero ser um bebê parado… rs) Na verdade é minha pretensão provocar o bebê parado! Minha ideia…

Cadê as novas constelações?

Brincar, criar, amar: de volta ao começo As experiências das duas últimas semanas foram intensas, tessitura final do primeiro semestre de 2015 – um ano nada fácil, inclusive, é claro, nas Universidades federais. Tudo que vi, palpitei, participei, decisões que…

O bebê tem sua escatologia

Em agosto deste ano vou falar em um evento curioso, promovido pela FAJE / Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte. É um colóquio cujo tema é o Corpo-encarnação. Que desafio! Minha comunicação se chamará Infância é corpo encarnado: uma perspectiva poético-existencial…

A culpa é… da teoria!?

A culpa é da teoria! De modo brincante, disse isso em meu segundo dia de trabalhos em Brasília. Era “apenas” uma provocação à minha interlocutora, a professora Luciana Hartmann, agora minha parceira, junto com Taís Ferreira, em um projeto que…